
sábado, 17 de julho de 2010
LIVING ON A PRAYER

sexta-feira, 9 de julho de 2010
NADA SERÁ COMO ANTES
sexta-feira, 4 de junho de 2010
MOMENTO CLARICE

segunda-feira, 31 de maio de 2010
INTENSIDADE

Eu peço licença para a Cris Guerra, que eu conheci hoje, para emprestar as palavras dela. Para mim e para os que me lêem. Não que ela não quisesse dividi-las, ao contrário. Paulinha, minha torre gêmea, é a responsável por eu conhecer essas palavras absurdamente úteis. E lindas. Não preciso ficar dizendo o quanto é lindo pois vc vai entender de primeira.
O contexto:
"Um homem tem morte súbita, dois meses antes do nascimento do seu único filho. Assim nasce este blog. Tentando entender e explicar dois sentimentos opostos e simultâneos vividos pela viúva e mãe que, no caso, sou eu. Muitos questionamentos. Muitos raciocínios. Muito aprendizado. E uma pressa em falar para o Francisco sobre seu pai, sobre o mundo e sobre mim mesma (só por garantia)."
A parte bonita que é feliz:
"Você vai aprender, filho. Que a intensidade pode roubar você de si mesmo. Que é preciso leveza para se pertencer. Você vai aprender a se distrair no meio do caminho – para ter o privilégio de errar. Vai aprender que as descobertas estão nos atalhos. E que é preciso alcançar o escuro denso para estar diante de todas as possibilidades. Você vai aprender a se deitar noite escura e amanhecer ensolarado. E vai entender que na perda mora o verdadeiro começo. Talvez você leve meia vida para isso. Talvez mais, como eu. Mas até lá, olha que sorte: eu vou estar segurando a sua mão."
domingo, 23 de maio de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
TUDO VERDADE

O Jean vc já conhece, agora é vez do Max:
quinta-feira, 18 de março de 2010
TRINTA
Picaram mas não doeu. Chegou e nem senti. Não me falta um braço nem o juízo. É que me deram um anestésico e tô sob efeito dele ainda. Hoje tem gente que passa e eu não vejo. Tem coisa que mexe mas eu não sinto. Tenho um certo bode, preguiça das coisas emocionalmente complicadas. Por outro lado, o que é direto e prático muito me atrai. Desconfio de mais gente mas me preocupo com menos coisas, é estranho isso. Não sei bem se to gostando. Espera... acho que encontrei a metáfora: tiraram os holofotes de cima de mim. Ufa! Posso reagir naturalmente que ninguém vai repreender. Posso rir quando der vontade e sair quando estiver de bode. Posso ficar um sábado inteiro sozinha sem me cobrar pelo social. E se eu nunca retornar uma ligação sua, não significa que eu não goste de vc. Não significa nada. Que alívio, sobrevivi. Acho que a vida agora começa, fora de uma tela de cinema e sem o Big Brother* tirando a espontaneidade. Posso sentar e relaxar. Talvez eu me sinta mais espectadora que atriz por um tempo, e sem problemas. Finalmente preciso ler Balzac.
* George Orwell, não aquela porcaria que a Rede Globo transmite


